segunda-feira, 28 de julho de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
Data de validade nos azeites- Chef Carlos Bertolazzi
Opinião - Chef Carlos Bertolazzi
A Babel dos Azeites
Tenho recebido diversos e-mails me perguntando, diante da quantidade de marcas expostas nas gondolas dos supermercados e “boutiques” de azeites, como identificar quais são os azeites mais indicados para a preparação de determinadas receitas.Parece que o varejo, na tentativa de sofisticar o consumo tem competido pra ver quem tem um mix mais completo. Congelado diante daquele mundaréu de vidros e latas, o consumidor fica mais confuso do que excitado. Alguns me perguntam: O que faço? Tenho que experimentar todos?Os rótulos não ajudam. Trazem informações óbvias quando tratamos de azeite extra virgem como “sem colesterol”, ”primeira prensagem”, ou % de acidez (que não tem qualquer relevância sensorial e não chega a ser obrigatória em alguns países produtores) e pouco falam sobre os tipos de azeitonas usadas ou suas características, como se o consumidor tivesse que saber que em determinadas regiões os azeites costumam ter determinadas características.Resolvi então passar por algumas dessas lojas e confesso que fiquei assustado com a quantidade de azeites diferentes exposta. Para que? Isso é um desserviço ao consumidor. Tanto azeite diferente na prateleira, sem informação, significa azeite parado. E no caso do azeite, diferente do vinho, quanto mais velho PIOR!!!!!!!Peguei então garrafa por garrafa e já comecei a notar irregularidades de alguns importadores ao colocar somente a data de vencimento do azeite (o que já está em desacordo com o código do consumidor). O pior é que a grande maioria dos azeites tinha vencimento em 2008, o que demonstra se tratar de azeites que podem ter sido produzidos até em 2004, pois alguns insistem que o azeite extra virgem pode durar 4 anos.
Se na Europa, continente de clima temperado, a validade raramente passa de 3 anos, o que dizer de azeites que atravessam o Atlântico e envelhecem parados nas gondolas de supermercados lutando contra dois de seus maiores inimigos (luz e calor).É imprudente dizer que um azeite com um ano de um produtor seja pior que um azeite com 6 meses de outro, mas é garantido que um azeite do mesmo produtor mais jovem é muito melhor que um mais antigo.Queremos sofisticar o consumo de azeite no Brasil. Já existe gente até tentando fabricar a versão tupiniquim, mas vamos nos preocupar primeiro em ensinar como comprar e principalmente como degustar e usar o azeite correto.Azeite sem data de fabricação.....TO FORA!!!!
Fonte: Cucinagastronomia.blogspot.com - Chef Carlos Bertolazzi 15/04/2008
A Babel dos Azeites
Tenho recebido diversos e-mails me perguntando, diante da quantidade de marcas expostas nas gondolas dos supermercados e “boutiques” de azeites, como identificar quais são os azeites mais indicados para a preparação de determinadas receitas.Parece que o varejo, na tentativa de sofisticar o consumo tem competido pra ver quem tem um mix mais completo. Congelado diante daquele mundaréu de vidros e latas, o consumidor fica mais confuso do que excitado. Alguns me perguntam: O que faço? Tenho que experimentar todos?Os rótulos não ajudam. Trazem informações óbvias quando tratamos de azeite extra virgem como “sem colesterol”, ”primeira prensagem”, ou % de acidez (que não tem qualquer relevância sensorial e não chega a ser obrigatória em alguns países produtores) e pouco falam sobre os tipos de azeitonas usadas ou suas características, como se o consumidor tivesse que saber que em determinadas regiões os azeites costumam ter determinadas características.Resolvi então passar por algumas dessas lojas e confesso que fiquei assustado com a quantidade de azeites diferentes exposta. Para que? Isso é um desserviço ao consumidor. Tanto azeite diferente na prateleira, sem informação, significa azeite parado. E no caso do azeite, diferente do vinho, quanto mais velho PIOR!!!!!!!Peguei então garrafa por garrafa e já comecei a notar irregularidades de alguns importadores ao colocar somente a data de vencimento do azeite (o que já está em desacordo com o código do consumidor). O pior é que a grande maioria dos azeites tinha vencimento em 2008, o que demonstra se tratar de azeites que podem ter sido produzidos até em 2004, pois alguns insistem que o azeite extra virgem pode durar 4 anos.
Se na Europa, continente de clima temperado, a validade raramente passa de 3 anos, o que dizer de azeites que atravessam o Atlântico e envelhecem parados nas gondolas de supermercados lutando contra dois de seus maiores inimigos (luz e calor).É imprudente dizer que um azeite com um ano de um produtor seja pior que um azeite com 6 meses de outro, mas é garantido que um azeite do mesmo produtor mais jovem é muito melhor que um mais antigo.Queremos sofisticar o consumo de azeite no Brasil. Já existe gente até tentando fabricar a versão tupiniquim, mas vamos nos preocupar primeiro em ensinar como comprar e principalmente como degustar e usar o azeite correto.Azeite sem data de fabricação.....TO FORA!!!!
Fonte: Cucinagastronomia.blogspot.com - Chef Carlos Bertolazzi 15/04/2008
domingo, 6 de abril de 2008
De Minas, primeiro azeite extra virgem brasileiro
De Minas, 1º azeite extra virgem brasileiro
A pequena Maria da Fé produziu no ano passado 200 litros do produto
A cidade de Maria da Fé, no Sul de Minas Gerais, é conhecida desde a década de 40 como a "cidade dos olivais". As árvores de azeitonas estão presentes nas principais ruas e praças do município de 15 mil habitantes. No entanto, apenas este ano Maria da Fé iniciou a exploração das azeitonas - e se tornou a primeira produtora de azeite extra virgem do País.Apesar de o Brasil consumir anualmente 23 mil toneladas de azeite de oliva e 49 mil toneladas de azeitonas, todo esse volume vem de fora. O País não produz azeitonas em conserva nem azeite, um mercado que movimenta internamente cerca de R$ 250 milhões ao ano. O consumo é suprido pelos produtos vindos principalmente da Espanha, de Portugal e da Itália.Após uma primeira produção artesanal, pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) decidiram instalar este ano uma fábrica para a produção de azeite na região. "Vimos que nosso azeite tem a mesma qualidade dos importados. Para este ano, vamos ampliar o plantio e a produção", diz o pesquisador da Epamig João Vieira Neto. O investimento inicial será de R$ 85 mil. "As máquinas não são caras, e manteremos boa parte do processo artesanal para ter maior qualidade."O azeite da Epamig é o extra virgem, aquele com acidez inferior a 0,8% e cuja prensa das azeitonas é feita apenas algumas horas após a colheita - manual, para não danificar os frutos. Este ano, foi colhida uma tonelada de azeitonas e produzidos 200 litros de azeite. "Foi uma fase experimental e artesanal. Em 2009, pretendemos prensar 600 quilos ao mês." Para a produção do azeite, as frutas colhidas são lavadas, trituradas (com caroço) e depois prensadas com um peso superior a 25 toneladas. Da pasta, escorre o azeite, e bastam algumas gotas para sentir o aroma característico do produto. Curiosamente, a azeitona recém-colhida tem um gosto que beira o pavoroso. O sabor amargo deve-se a uma substância chamada oleopropeína, que só é diluída após o processo de conserva. "Nem passarinho e macaco têm coragem de comer azeitona no pé", brinca o técnico agrícola Renato Stumpf. "Dessas pragas, a plantação não sofre."Uma oliveira leva cerca de 5 anos para dar frutos de qualidade. "Com o sucesso das pesquisas da Epamig, surgiram mais produtores interessados na plantação comercial de oliveiras na região", diz a secretária de Cultura de Maria da Fé, Maria Rita Marchetti. "Iniciamos um projeto cultural com todos os professores do município para estimular entre as crianças o estudo das oliveiras, desde seu uso na Idade Antiga, na Grécia e na região da Síria, até a economia que seus produtos movimentam nos dias de hoje." Os maiores produtores mundiais de azeite de oliva são a Espanha (720 mil toneladas/ano), a Itália (500 mil) e a Grécia (350 mil). "Estamos muito longe disso, mas a oliveira pode criar empregos e tornar-se uma nova oportunidade de emprego na região", diz a secretária. A economia de Maria da Fé gira especialmente em torno da agricultura - onde boa parte da produção é orgânica - e do artesanato feito com folha de bananeira.MERCADO INTERNOO empresário Hugo Gonçalves é um dos primeiros a investir na oliveira como negócio na região. "Já estamos produzindo mudas para a venda, e começamos a montar uma cooperativa de pequenos produtores para atender o mercado local", diz o fundador da Oliva Brasil. Segundo a prefeitura, já há espanhóis adquirindo fazendas na região.Como Maria da Fé está situada na serra - e é conhecida por ser a cidade mais fria de Minas Gerais -, seu terreno é montanhoso, não propício para grandes fazendas. "Mas há vários terrenos para pequenas plantações, e podemos trabalhar em cooperativa, como regiões da Itália e da Espanha." Ele diz que, além de Maria da Fé, há estudos em fase de pesquisa no Rio Grande do Sul e no Nordeste.Inicialmente, a produção de Maria da Fé visa a atender o mercado interno, especialmente as casas especializadas em azeites. O especialista em azeites Marcus Pimentel, da butique Oliviers & Co, diz que o mercado brasileiro deve crescer cerca de 20% este ano. "Assim como muitos brasileiros aprenderam a apreciar um bom vinho, também houve interessados em provar os bons azeites." Apesar de acessíveis a poucos - um litro pode chegar a R$ 100 -, os azeites premium caíram no gosto do consumidor graças a suas propriedades benéficas para o sistema circulatório e digestivo.
Fonte: Ana Paula Lacerda - Jornal O Estado de São Paulo Caderno de Economia 06/04/2008
A pequena Maria da Fé produziu no ano passado 200 litros do produto
A cidade de Maria da Fé, no Sul de Minas Gerais, é conhecida desde a década de 40 como a "cidade dos olivais". As árvores de azeitonas estão presentes nas principais ruas e praças do município de 15 mil habitantes. No entanto, apenas este ano Maria da Fé iniciou a exploração das azeitonas - e se tornou a primeira produtora de azeite extra virgem do País.Apesar de o Brasil consumir anualmente 23 mil toneladas de azeite de oliva e 49 mil toneladas de azeitonas, todo esse volume vem de fora. O País não produz azeitonas em conserva nem azeite, um mercado que movimenta internamente cerca de R$ 250 milhões ao ano. O consumo é suprido pelos produtos vindos principalmente da Espanha, de Portugal e da Itália.Após uma primeira produção artesanal, pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) decidiram instalar este ano uma fábrica para a produção de azeite na região. "Vimos que nosso azeite tem a mesma qualidade dos importados. Para este ano, vamos ampliar o plantio e a produção", diz o pesquisador da Epamig João Vieira Neto. O investimento inicial será de R$ 85 mil. "As máquinas não são caras, e manteremos boa parte do processo artesanal para ter maior qualidade."O azeite da Epamig é o extra virgem, aquele com acidez inferior a 0,8% e cuja prensa das azeitonas é feita apenas algumas horas após a colheita - manual, para não danificar os frutos. Este ano, foi colhida uma tonelada de azeitonas e produzidos 200 litros de azeite. "Foi uma fase experimental e artesanal. Em 2009, pretendemos prensar 600 quilos ao mês." Para a produção do azeite, as frutas colhidas são lavadas, trituradas (com caroço) e depois prensadas com um peso superior a 25 toneladas. Da pasta, escorre o azeite, e bastam algumas gotas para sentir o aroma característico do produto. Curiosamente, a azeitona recém-colhida tem um gosto que beira o pavoroso. O sabor amargo deve-se a uma substância chamada oleopropeína, que só é diluída após o processo de conserva. "Nem passarinho e macaco têm coragem de comer azeitona no pé", brinca o técnico agrícola Renato Stumpf. "Dessas pragas, a plantação não sofre."Uma oliveira leva cerca de 5 anos para dar frutos de qualidade. "Com o sucesso das pesquisas da Epamig, surgiram mais produtores interessados na plantação comercial de oliveiras na região", diz a secretária de Cultura de Maria da Fé, Maria Rita Marchetti. "Iniciamos um projeto cultural com todos os professores do município para estimular entre as crianças o estudo das oliveiras, desde seu uso na Idade Antiga, na Grécia e na região da Síria, até a economia que seus produtos movimentam nos dias de hoje." Os maiores produtores mundiais de azeite de oliva são a Espanha (720 mil toneladas/ano), a Itália (500 mil) e a Grécia (350 mil). "Estamos muito longe disso, mas a oliveira pode criar empregos e tornar-se uma nova oportunidade de emprego na região", diz a secretária. A economia de Maria da Fé gira especialmente em torno da agricultura - onde boa parte da produção é orgânica - e do artesanato feito com folha de bananeira.MERCADO INTERNOO empresário Hugo Gonçalves é um dos primeiros a investir na oliveira como negócio na região. "Já estamos produzindo mudas para a venda, e começamos a montar uma cooperativa de pequenos produtores para atender o mercado local", diz o fundador da Oliva Brasil. Segundo a prefeitura, já há espanhóis adquirindo fazendas na região.Como Maria da Fé está situada na serra - e é conhecida por ser a cidade mais fria de Minas Gerais -, seu terreno é montanhoso, não propício para grandes fazendas. "Mas há vários terrenos para pequenas plantações, e podemos trabalhar em cooperativa, como regiões da Itália e da Espanha." Ele diz que, além de Maria da Fé, há estudos em fase de pesquisa no Rio Grande do Sul e no Nordeste.Inicialmente, a produção de Maria da Fé visa a atender o mercado interno, especialmente as casas especializadas em azeites. O especialista em azeites Marcus Pimentel, da butique Oliviers & Co, diz que o mercado brasileiro deve crescer cerca de 20% este ano. "Assim como muitos brasileiros aprenderam a apreciar um bom vinho, também houve interessados em provar os bons azeites." Apesar de acessíveis a poucos - um litro pode chegar a R$ 100 -, os azeites premium caíram no gosto do consumidor graças a suas propriedades benéficas para o sistema circulatório e digestivo.
Fonte: Ana Paula Lacerda - Jornal O Estado de São Paulo Caderno de Economia 06/04/2008
Marcadores:
azeite extra virgem superior,
cibioliva,
flora paradiso,
olivicultura
terça-feira, 1 de abril de 2008
Para Land e Rover
E quando então os olivais do vale frutificarem e iniciarem a produção , a dor da saudade certamente já terá passado . Mas as lembranças, serão sempre nítidas e marcantes como o tão prometido gosto do óleo novo das terras graníticas meandradas pelo Rio Verde....
Para Land e Rover. Pela amizade sincera, pura e desprovida de interesses.
Oliveira - Árvore da Vida

Traduzir em palavras a magia das oliveiras é tarefa difícil. É permear as lendas e livros sagrados.
É vasculhar as escrituras.
Por quanto existem no mundo quatro elementos: - terra, água, fogo e ar, então estas arvores tão magníficas seguramente são o quinto.
São como anjos fincando raízes perenes banhando-se nos ensolarados do globo.
Transcendem gerações, edificam-se consolidadas.
Fazem do meio, o ambiente e interagem no presente elaborando o futuro .
Transformam-se frutificando e pacificado paisagens.
Dão matizes de energia à luz da natureza.
Sinergismo impar, que acaba por iluminar,aquecer,alimentar
com o ouro néctar dos frutos inquietos.
A oliveira é paz, fé e eternidade.
Árvore mãe que assiste a vida dos seres
e habita a existência.
Gabriel Tarquínio Bertozzi
Eng. Agrônomo
É vasculhar as escrituras.
Por quanto existem no mundo quatro elementos: - terra, água, fogo e ar, então estas arvores tão magníficas seguramente são o quinto.
São como anjos fincando raízes perenes banhando-se nos ensolarados do globo.
Transcendem gerações, edificam-se consolidadas.
Fazem do meio, o ambiente e interagem no presente elaborando o futuro .
Transformam-se frutificando e pacificado paisagens.
Dão matizes de energia à luz da natureza.
Sinergismo impar, que acaba por iluminar,aquecer,alimentar
com o ouro néctar dos frutos inquietos.
A oliveira é paz, fé e eternidade.
Árvore mãe que assiste a vida dos seres
e habita a existência.
Gabriel Tarquínio Bertozzi
Eng. Agrônomo
ExpoAzeite Brasil
ExpoAzeite 2008 - Duas Edições
Após o sucesso do I ExpoAzeite junto aos estudantes e aos importadores, o iEvento decidiu desdobrar o evento, que este ano terá duas edições, uma no Rio de Janeiro, dia 14 de maio; e outra em São Paulo, no dia 09 de setembro. Serão palestras, exposição de produtos e debates sobre o tema, para ajudar a estabelecer o mercado azeiteiro no país.
O Brasil, como maior potência agrícola do mundo (é famosa a frase de Pero Vaz de Caminha: em se plantando, tudo dá), já iniciou a produção de azeitonas em dois pontos: Minas Gerais e Rio Grande do Sul, contudo, existem outros locais que também são propícios à exploração da cultura, entre eles: Serra da Mantiqueira, regiões serranas do Rio de Janeiro e de São Paulo, bem como Santa Catarina.
Nos dois últimos anos (2006 e 2007), o mercado de azeitonas e azeite movimentou mais de US$ 3,268 bilhões. O aumento de consumo, somente de azeitonas, bateu o recorde de 41,3% de 2007 para cá.
A Europa continua sendo o maior exportador dos produtos, mas outros países começam a surgir no mercado mundial: a Austrália com uma grande produção de azeitonas e o Chile com o melhor azeite sulamericano produzido atualmente.
E no Brasil? Os brasileiros consomem em média, 400mg/ano, Rio de Janeiro é o maior mercado consumidor de azeite, seguido de perto por São Paulo. Contudo, ainda estamos muito longe da média espanhola que atinge a marca de 2,5l/ano. Sendo as duas maiores consumidoras de azeite e azeitonas, Rio de Janeiro e São Paulo, foram escolhidas para abrigar as edições do ExpoAzeite deste ano. Além disso, representam juntas, um terço da população do país e quase metade do PIB, isto significa que são os melhores lugares para se fecharem negócios do setor.
Com base nestes dados e mantendo a sua vocação como difusor de conhecimento e viabilizador de negócios, o iEvento convida você a conhecer o ExpoAzeite 2008.
A grade de palestras, agora divididas em 3 blocos distintos, abordarão os principais temas que envolvem os produtos no Brasil: técnicas, mercado e gourmet.
Outra novidade excepcional para este ano é que as palestras serão gratuitas, porém as vagas são limitadas.
Conheça os palestrantes e efetue já o seu cadastramento, clicando aqui.
Após o sucesso do I ExpoAzeite junto aos estudantes e aos importadores, o iEvento decidiu desdobrar o evento, que este ano terá duas edições, uma no Rio de Janeiro, dia 14 de maio; e outra em São Paulo, no dia 09 de setembro. Serão palestras, exposição de produtos e debates sobre o tema, para ajudar a estabelecer o mercado azeiteiro no país.
O Brasil, como maior potência agrícola do mundo (é famosa a frase de Pero Vaz de Caminha: em se plantando, tudo dá), já iniciou a produção de azeitonas em dois pontos: Minas Gerais e Rio Grande do Sul, contudo, existem outros locais que também são propícios à exploração da cultura, entre eles: Serra da Mantiqueira, regiões serranas do Rio de Janeiro e de São Paulo, bem como Santa Catarina.
Nos dois últimos anos (2006 e 2007), o mercado de azeitonas e azeite movimentou mais de US$ 3,268 bilhões. O aumento de consumo, somente de azeitonas, bateu o recorde de 41,3% de 2007 para cá.
A Europa continua sendo o maior exportador dos produtos, mas outros países começam a surgir no mercado mundial: a Austrália com uma grande produção de azeitonas e o Chile com o melhor azeite sulamericano produzido atualmente.
E no Brasil? Os brasileiros consomem em média, 400mg/ano, Rio de Janeiro é o maior mercado consumidor de azeite, seguido de perto por São Paulo. Contudo, ainda estamos muito longe da média espanhola que atinge a marca de 2,5l/ano. Sendo as duas maiores consumidoras de azeite e azeitonas, Rio de Janeiro e São Paulo, foram escolhidas para abrigar as edições do ExpoAzeite deste ano. Além disso, representam juntas, um terço da população do país e quase metade do PIB, isto significa que são os melhores lugares para se fecharem negócios do setor.
Com base nestes dados e mantendo a sua vocação como difusor de conhecimento e viabilizador de negócios, o iEvento convida você a conhecer o ExpoAzeite 2008.
A grade de palestras, agora divididas em 3 blocos distintos, abordarão os principais temas que envolvem os produtos no Brasil: técnicas, mercado e gourmet.
Outra novidade excepcional para este ano é que as palestras serão gratuitas, porém as vagas são limitadas.
Conheça os palestrantes e efetue já o seu cadastramento, clicando aqui.
Primeiro Forum Internacional de Olivicultura no Brasil
• O I Fórum Internacional de Olivicultura, uma promoção conjunta da Câmara de Comércio Brasil-Portugal / Rio Grande do Sul e Embrapa Clima Temperado, será sediado em Porto Alegre, entre os dias 19 e 21 de junho.
• O evento é direcionado e tem a expectativa de acolher empresários, agricultores, investidores, administradores públicos, técnicos de órgãos licenciadores, técnicos de empresas, representantes de instituições de pesquisa, ensino e centros tecnológicos, visando a promoção de um maior intercâmbio e a realização de negócios entre as entidades e pessoas envolvidas.
• Participar do renascimento da implantação da Olivicultura Tropical no Brasil significa a viabilização de futuros negócios e a expansão de sua empresa, bem como o estreitamento do relacionamento com as associações ligadas ao mercado da olivicultura no mundo.
• Considerando que as áreas próprias ao plantio no mundo são restritas, aproveite para estar entre os primeiros a fazer bons negócios, o que certamente lhe será oportunizado pelo I Fórum Internacional de Olivicultura.
• Pelo ensejo das comemorações dos duzentos anos da vinda da Família Real Portuguesa, participe do intercâmbio entre Brasil e Portugal na Olivicultura!
• Será com muito orgulho e sua habitual hospitalidade que o povo gaúcho terá a honra de receber os participantes deste I Fórum Internacional de Olivicultura.
Atenciosamente,
Joaquim Firmino
Diretor-Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal / Rio Grande do Sul
• O evento é direcionado e tem a expectativa de acolher empresários, agricultores, investidores, administradores públicos, técnicos de órgãos licenciadores, técnicos de empresas, representantes de instituições de pesquisa, ensino e centros tecnológicos, visando a promoção de um maior intercâmbio e a realização de negócios entre as entidades e pessoas envolvidas.
• Participar do renascimento da implantação da Olivicultura Tropical no Brasil significa a viabilização de futuros negócios e a expansão de sua empresa, bem como o estreitamento do relacionamento com as associações ligadas ao mercado da olivicultura no mundo.
• Considerando que as áreas próprias ao plantio no mundo são restritas, aproveite para estar entre os primeiros a fazer bons negócios, o que certamente lhe será oportunizado pelo I Fórum Internacional de Olivicultura.
• Pelo ensejo das comemorações dos duzentos anos da vinda da Família Real Portuguesa, participe do intercâmbio entre Brasil e Portugal na Olivicultura!
• Será com muito orgulho e sua habitual hospitalidade que o povo gaúcho terá a honra de receber os participantes deste I Fórum Internacional de Olivicultura.
Atenciosamente,
Joaquim Firmino
Diretor-Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal / Rio Grande do Sul
Perspectivas para olivicultura no Brasil
Rio Grande do Sul debate viabilidade da produção do azeite
As perspectivas do Brasil como produtor de azeite são grandes. Além do Rio Grande do Sul outros estados poderão optar por este mercado, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Daise Lisboa
Sul e Sudeste reúnem condições para a produção
Brasília - O agronegócio do Brasil vai ganhar mais uma variedade. De 19 a 21 de junho será realizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o I Fórum Internacional de Olivicultura, onde serão apresentadas as vantagens que o país terá ao se tornar produtor de azeite de oliva, assim como será mostrado o processo de implantação em solo brasileiro.
A iniciativa é da Câmara de Comércio Brasil-Portugal e da Embrapa – Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado, com apoio da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS). Entre os temas a serem abordados estão o avanço tecnológico do segmento da olivicultura e uma análise comparativa das inovações promovidas pelos países convidados no setor de olivicultura.
O diretor-presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal do Rio Grande do Sul, Joaquim Firmino, vê o Brasil como futuro produtor de azeite mas, assegura que entrando agora no mercado, ainda vai demorar para colher os resultados. "O Brasil poderá ser um grande produtor e chegar a ser referência no mundo, mas deve levar de 10 a 15 anos para alcançar este lugar", prevê Firmino.
Para o início da produção brasileira, como será apresentado no fórum, o País deverá importar máquinas de poda, de colheita, as garrafas e até os lagares – locais onde a azeitona é esmagada e o azeite fabricado.
As perspectivas do Brasil como produtor de azeite são grandes. Além do Rio Grande do Sul outros estados poderão optar pela cultura, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Firmino destaca, entretanto, que o diferencial para a produção é o clima de cada estado, e não o tipo de solo, destacando que em estados como Minas Gerais, são consideradas microrregiões que podem aderir à produção.
A ampliação do mercado olivicultor, segundo Firmino, vem crescendo, principalmente, quando relaciona-se o emprego do uso do azeite aos benefícios à saúde humana, o que incentiva a compra. "O mercado mundial torna-se competitivo, a população de melhor poder aquisitivo consome mais o produto e quanto mais se divulga os benefícios do azeite para a saúde, mais se incentiva a compra", revela.
Os preparativos para o I Fórum estão sendo organizados e os interessados em conhecer e participar do encontro podem acessar o endereço eletrônico www.fiol.com.br que desde o dia 17 de março está sendo abastecido com informações sobre o evento, mostrando o projeto do agronegócio, seus patrocinadores e oferecendo todas as informações até a realização do evento.
As perspectivas do Brasil como produtor de azeite são grandes. Além do Rio Grande do Sul outros estados poderão optar por este mercado, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Daise Lisboa
Sul e Sudeste reúnem condições para a produção
Brasília - O agronegócio do Brasil vai ganhar mais uma variedade. De 19 a 21 de junho será realizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o I Fórum Internacional de Olivicultura, onde serão apresentadas as vantagens que o país terá ao se tornar produtor de azeite de oliva, assim como será mostrado o processo de implantação em solo brasileiro.
A iniciativa é da Câmara de Comércio Brasil-Portugal e da Embrapa – Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado, com apoio da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS). Entre os temas a serem abordados estão o avanço tecnológico do segmento da olivicultura e uma análise comparativa das inovações promovidas pelos países convidados no setor de olivicultura.
O diretor-presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal do Rio Grande do Sul, Joaquim Firmino, vê o Brasil como futuro produtor de azeite mas, assegura que entrando agora no mercado, ainda vai demorar para colher os resultados. "O Brasil poderá ser um grande produtor e chegar a ser referência no mundo, mas deve levar de 10 a 15 anos para alcançar este lugar", prevê Firmino.
Para o início da produção brasileira, como será apresentado no fórum, o País deverá importar máquinas de poda, de colheita, as garrafas e até os lagares – locais onde a azeitona é esmagada e o azeite fabricado.
As perspectivas do Brasil como produtor de azeite são grandes. Além do Rio Grande do Sul outros estados poderão optar pela cultura, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Firmino destaca, entretanto, que o diferencial para a produção é o clima de cada estado, e não o tipo de solo, destacando que em estados como Minas Gerais, são consideradas microrregiões que podem aderir à produção.
A ampliação do mercado olivicultor, segundo Firmino, vem crescendo, principalmente, quando relaciona-se o emprego do uso do azeite aos benefícios à saúde humana, o que incentiva a compra. "O mercado mundial torna-se competitivo, a população de melhor poder aquisitivo consome mais o produto e quanto mais se divulga os benefícios do azeite para a saúde, mais se incentiva a compra", revela.
Os preparativos para o I Fórum estão sendo organizados e os interessados em conhecer e participar do encontro podem acessar o endereço eletrônico www.fiol.com.br que desde o dia 17 de março está sendo abastecido com informações sobre o evento, mostrando o projeto do agronegócio, seus patrocinadores e oferecendo todas as informações até a realização do evento.
domingo, 30 de março de 2008
Intercâmbio entre Brasil e Itália vai incentivar o cultivo de olivieras na região de Poços de Caldas
13/07/2006
fonte:(www.brandnews.com.br)
O engenheiro agrônomo e paisagista Gabriel Tarquínio Bertozzi acaba de participar, juntamente com um grupo de empresários brasileiros e italianos do setor do agronegócio, de uma visita à cidade de Perugia, na Itália, a convite do ICE - Instituto Nacional de Comércio Externo. A visita faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Brasil e a Itália que prevê atividades de colaboração e de intercâmbio entre a Região da Úmbria e parceiros regionais brasileiros.
De acordo com Gabriel, o convite se originou de um projeto que ele vem elaborando para o desenvolvimento do cultivo das oliveiras na região de Poços de Caldas. Tal projeto vinha sendo trabalhado junto à Câmara de Comércio Ítalo-Brasileira, em São Paulo, e acabou culminando com os objetivos do Desk Úmbria, que está sendo oficialmente inaugurado no Brasil, em São Paulo, e que será presidido por Sandro Benedetti Isidori e Carlotta Zoni.
Atual Diretor Agropecuário da ACIA - Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Poços de Caldas, Gabriel disse que o projeto em questão estará atrelado à instituição. A Prefeitura Municipal, com o apoio da SEDET – Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, também manifestou interesse na participação do acordo de cooperação.
OLIVICULTURA - Durante a viagem, Gabriel teve a oportunidade de conhecer o processo de produção de óleo de Oliva da região da Puglia (maior região produtora da Itália) e também a Emiglia Romagna, que tem na cidade de Brisighella, um pólo produtivo de Óleo DOP (denominação de origem protegida). “Existe um grande interesse no desenvolvimento da olivicultura no Brasil, e lá tive oportunidade de estabelecer contato com investidores em nível de produção, comercialização e processamento de óleo de Oliva”, salientou.
No último dia 24, Gabriel esteve reunido com um grupo de italianos em São Paulo, dando seqüência aos trabalhos. Segundo ele, o próximo passo deverá ser a formalização de contratos de cooperação comercial e tecnológica.
fonte:(www.brandnews.com.br)
O engenheiro agrônomo e paisagista Gabriel Tarquínio Bertozzi acaba de participar, juntamente com um grupo de empresários brasileiros e italianos do setor do agronegócio, de uma visita à cidade de Perugia, na Itália, a convite do ICE - Instituto Nacional de Comércio Externo. A visita faz parte de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Brasil e a Itália que prevê atividades de colaboração e de intercâmbio entre a Região da Úmbria e parceiros regionais brasileiros.
De acordo com Gabriel, o convite se originou de um projeto que ele vem elaborando para o desenvolvimento do cultivo das oliveiras na região de Poços de Caldas. Tal projeto vinha sendo trabalhado junto à Câmara de Comércio Ítalo-Brasileira, em São Paulo, e acabou culminando com os objetivos do Desk Úmbria, que está sendo oficialmente inaugurado no Brasil, em São Paulo, e que será presidido por Sandro Benedetti Isidori e Carlotta Zoni.
Atual Diretor Agropecuário da ACIA - Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Poços de Caldas, Gabriel disse que o projeto em questão estará atrelado à instituição. A Prefeitura Municipal, com o apoio da SEDET – Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, também manifestou interesse na participação do acordo de cooperação.
OLIVICULTURA - Durante a viagem, Gabriel teve a oportunidade de conhecer o processo de produção de óleo de Oliva da região da Puglia (maior região produtora da Itália) e também a Emiglia Romagna, que tem na cidade de Brisighella, um pólo produtivo de Óleo DOP (denominação de origem protegida). “Existe um grande interesse no desenvolvimento da olivicultura no Brasil, e lá tive oportunidade de estabelecer contato com investidores em nível de produção, comercialização e processamento de óleo de Oliva”, salientou.
No último dia 24, Gabriel esteve reunido com um grupo de italianos em São Paulo, dando seqüência aos trabalhos. Segundo ele, o próximo passo deverá ser a formalização de contratos de cooperação comercial e tecnológica.
Flora Paradiso lança CIBIOLIVA- Azeite Extra Virgem Superior
FLORA PARADISO LANÇA AZEITE EXTRA VIRGEM ITALIANO
A Flora Paradiso, empresa que há onze anos se dedica ao segmento de paisagismo e projetos nas áreas de agricultura e meio ambiente, realizou no dia 01/11/2007, o lançamento do azeite Cibioliva, extra virgem de categoria superior importado da região da Umbria – Itália. A empresa participa de um acordo bilateral de cooperação com o governo italiano , o qual objetiva também fomentar o desenvolvimento da olivicultura no Brasil. O nome Cibioliva é a sigla derivada de Consocio Ítalo-brasileiro de Investimentos em Olivicultura o qual foi criado posteriormente à missão comercial realizada na Itália , onde Gabriel Tarquínio Bertozzi , proprietário da Flora Paradiso constituiu parceria com a Società Agrícola Trevi – Il Frantoio em julho de 2006.
Entre outras ações do consórcio, a Flora Paradiso, simultaneamente está promovendo a implantação de um olival na região de Poços de Caldas que funcionará como extensão do território da Umbria dando seqüência às pesquisas em olivicultura no Brasil .
A Flora Paradiso também está promovendo a venda de mudas de oliveiras e assistência técnica para produtores interessados no cultivo .
O lançamento foi realizado na Cafeteria Sá Rosa na cidade de Poços de Caldas MG , e contou com degustação e bate papo com o jornalista Fernando Kassab, que na ocasião também preparou alguns pratos com o nobre "nectar " das azeitonas da Umbria. Sem sombra de dúvidas , Cibioliva é música para o paladar.
A Flora Paradiso, empresa que há onze anos se dedica ao segmento de paisagismo e projetos nas áreas de agricultura e meio ambiente, realizou no dia 01/11/2007, o lançamento do azeite Cibioliva, extra virgem de categoria superior importado da região da Umbria – Itália. A empresa participa de um acordo bilateral de cooperação com o governo italiano , o qual objetiva também fomentar o desenvolvimento da olivicultura no Brasil. O nome Cibioliva é a sigla derivada de Consocio Ítalo-brasileiro de Investimentos em Olivicultura o qual foi criado posteriormente à missão comercial realizada na Itália , onde Gabriel Tarquínio Bertozzi , proprietário da Flora Paradiso constituiu parceria com a Società Agrícola Trevi – Il Frantoio em julho de 2006.
Entre outras ações do consórcio, a Flora Paradiso, simultaneamente está promovendo a implantação de um olival na região de Poços de Caldas que funcionará como extensão do território da Umbria dando seqüência às pesquisas em olivicultura no Brasil .
A Flora Paradiso também está promovendo a venda de mudas de oliveiras e assistência técnica para produtores interessados no cultivo .
O lançamento foi realizado na Cafeteria Sá Rosa na cidade de Poços de Caldas MG , e contou com degustação e bate papo com o jornalista Fernando Kassab, que na ocasião também preparou alguns pratos com o nobre "nectar " das azeitonas da Umbria. Sem sombra de dúvidas , Cibioliva é música para o paladar.
Flora Paradiso investe na Olivicultura Brasileira comercializando mudas de oliveira e ofertando pacote tecnológico
OLIVICULTURA :
Buscando diversificação no segmento do agronegócio, a Flora Paradiso foi acompanhar de perto as pesquisas realizadas pela Empresa de Pesquisas Agropecuárias de Minas Gerais - EPAMIG ( Estação experimental de Maria da Fé – MG ) as quais consolidam a viabilidade da produção comercial de azitonas. Depositando enorme credibilidade nos estudos já desenvolvidos pela EPAMIG, a Flora Paradiso passou a se dedicar intensamente ao aprimoramento e busca de informações sobre a olivicultura no mundo, passando a captar recursos, subsídios , informações e parcerias para a constituição de pacote tecnológico na olivicultura. Surgiram a partir daí, um acordo de cooperação com o Governo da Itália, especificamente com a região da Úmbria e também parceria com empresa líder mundial na produção de mudas certificadas de oliveira.
SÍTIO ALBEROBELLO
Consubstanciando os investimentos da Flroa Paradiso no seguimento da olivicultura, a empresa adquiriu recentemente, uma área no município de Caldas – MG, onde esta sendo implantado um cultivo comercial de oliveiras variedade Arbequina.Nesta área também , esta sendo desenvolvido um laboratório experimental para pesquisa de novas variedades
São treze hectares situados no Vale da Pedra Branca, a 1.200 m de altitude. Solos férteis e bem drenados, um clima temperado e vertentes de águas cristalinas fazem desta área local ideal para o desenvolvimento das oliveiras, que crescem vigorosas e saudáveis .
GESTÃO AMBIENTAL
De olho nas novas tendências e demandas nas questões ambientais, a Flora Paradiso esta agregando às suas atividades , serviços e produtos específicos para a Gestão Ambiental.
Buscando diversificação no segmento do agronegócio, a Flora Paradiso foi acompanhar de perto as pesquisas realizadas pela Empresa de Pesquisas Agropecuárias de Minas Gerais - EPAMIG ( Estação experimental de Maria da Fé – MG ) as quais consolidam a viabilidade da produção comercial de azitonas. Depositando enorme credibilidade nos estudos já desenvolvidos pela EPAMIG, a Flora Paradiso passou a se dedicar intensamente ao aprimoramento e busca de informações sobre a olivicultura no mundo, passando a captar recursos, subsídios , informações e parcerias para a constituição de pacote tecnológico na olivicultura. Surgiram a partir daí, um acordo de cooperação com o Governo da Itália, especificamente com a região da Úmbria e também parceria com empresa líder mundial na produção de mudas certificadas de oliveira.
SÍTIO ALBEROBELLO
Consubstanciando os investimentos da Flroa Paradiso no seguimento da olivicultura, a empresa adquiriu recentemente, uma área no município de Caldas – MG, onde esta sendo implantado um cultivo comercial de oliveiras variedade Arbequina.Nesta área também , esta sendo desenvolvido um laboratório experimental para pesquisa de novas variedades
São treze hectares situados no Vale da Pedra Branca, a 1.200 m de altitude. Solos férteis e bem drenados, um clima temperado e vertentes de águas cristalinas fazem desta área local ideal para o desenvolvimento das oliveiras, que crescem vigorosas e saudáveis .
GESTÃO AMBIENTAL
De olho nas novas tendências e demandas nas questões ambientais, a Flora Paradiso esta agregando às suas atividades , serviços e produtos específicos para a Gestão Ambiental.
Poços de Caldas inicia cultivo de Oliveiras
Poços vai iniciar programa de plantio de oliveiras
26/01/2007
home
Na manhã da última terça feira (23), na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), um grupo de empresários da Itália esteve reunido com o prefeito Sebastião Navarro e o secretário João Ferrão. O encontro teve como objetivo discutir o programa de plantio de oliveiras em Poços. Os empresários vieram acompanhados de Sandro Benedetti Isidori, representante no Brasil do governo da Umbria, cidade italiana que tem na produção de azeite uma fonte de recursos. Segundo João Ferrão, a idéia do programa surgiu do vice-presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (ACIA) de Poços, Gabriel Bertozzi. “Com o projeto na mão, ele foi a Itália conhecer a cultura e mostrar as condições favoráveis de Poços para o cultivo da planta. Voltou com o desejo de comercializar o azeite de qualidade produzido naquela região. Mas, só há cerca de um ano, em uma feira industrial em São Paulo, encontrou Sandro Benedetti, que buscava cidades dispostas a participar da parceria. Assim, foi possível dar início ao grande sonho de Gabriel, que agora será de todos nós”. A reunião foi proveitosa, na opinião do secretário. “Nosso próximo passo é a implantação do programa, começando pelo teste das variedades de mudas que serão importadas da Itália. Elas passam antes por todo um processo de cuidados de ordem fitossanitária, para evitar a importação de doenças. Paralelamente, estaremos buscando empresários interessados no programa, vamos promover treinamento pessoal e ainda preparar o local que receberá as mudas”. Benedetti disse que tem pretensões ainda mais ousadas para o município. “Poços tem todos os atributos de clima e solo que a planta precisa. Tem condições de possuir um viveiro de plantas, se tornar referência para depois desenvolver a produção, levando em conta não a quantidade mas a qualidade”. As conversas foram intermediadas também pelo vice-presidente da Acia, que é descendente de italiano e agrônomo. Para ele, a concretização deste programa se torna a realização de um sonho antigo e mais uma opção na economia do município. “Há muito tempo luto por este objetivo, porque sei do que nossa terra é capaz. O azeite vai ser para nós um caminho de diversificação econômica, já que o café, nossa cultura principal, sofre muitas oscilações. O azeite possui também um mercado expressivo de consumo e vai ser mais uma opção de trabalho”, defendeu. Antes de viajar para Maria da Fé, próxima cidade a ser visitada com o mesmo objetivo, os empresários visitaram a Av Juscelino Kubitschek, no Jardim Del Rei, para conhecer algumas espécies de oliveira, existentes do local. Texto retirado do site da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas.
26/01/2007
home
Na manhã da última terça feira (23), na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), um grupo de empresários da Itália esteve reunido com o prefeito Sebastião Navarro e o secretário João Ferrão. O encontro teve como objetivo discutir o programa de plantio de oliveiras em Poços. Os empresários vieram acompanhados de Sandro Benedetti Isidori, representante no Brasil do governo da Umbria, cidade italiana que tem na produção de azeite uma fonte de recursos. Segundo João Ferrão, a idéia do programa surgiu do vice-presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (ACIA) de Poços, Gabriel Bertozzi. “Com o projeto na mão, ele foi a Itália conhecer a cultura e mostrar as condições favoráveis de Poços para o cultivo da planta. Voltou com o desejo de comercializar o azeite de qualidade produzido naquela região. Mas, só há cerca de um ano, em uma feira industrial em São Paulo, encontrou Sandro Benedetti, que buscava cidades dispostas a participar da parceria. Assim, foi possível dar início ao grande sonho de Gabriel, que agora será de todos nós”. A reunião foi proveitosa, na opinião do secretário. “Nosso próximo passo é a implantação do programa, começando pelo teste das variedades de mudas que serão importadas da Itália. Elas passam antes por todo um processo de cuidados de ordem fitossanitária, para evitar a importação de doenças. Paralelamente, estaremos buscando empresários interessados no programa, vamos promover treinamento pessoal e ainda preparar o local que receberá as mudas”. Benedetti disse que tem pretensões ainda mais ousadas para o município. “Poços tem todos os atributos de clima e solo que a planta precisa. Tem condições de possuir um viveiro de plantas, se tornar referência para depois desenvolver a produção, levando em conta não a quantidade mas a qualidade”. As conversas foram intermediadas também pelo vice-presidente da Acia, que é descendente de italiano e agrônomo. Para ele, a concretização deste programa se torna a realização de um sonho antigo e mais uma opção na economia do município. “Há muito tempo luto por este objetivo, porque sei do que nossa terra é capaz. O azeite vai ser para nós um caminho de diversificação econômica, já que o café, nossa cultura principal, sofre muitas oscilações. O azeite possui também um mercado expressivo de consumo e vai ser mais uma opção de trabalho”, defendeu. Antes de viajar para Maria da Fé, próxima cidade a ser visitada com o mesmo objetivo, os empresários visitaram a Av Juscelino Kubitschek, no Jardim Del Rei, para conhecer algumas espécies de oliveira, existentes do local. Texto retirado do site da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas.
Perspectivas para o Azeite Brasileiro no Sul de Minas Gerais
Perspectivas para o Azeite Brasileiro no Sul de Minas Gerais
A cidade de Maria da Fé no sul do Estado de Minas Gerais, viveu momento histórico no último dia 29 de Fevereiro. Por iniciativa da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – EPAMIG- aconteceu ali, em caráter experimental, uma primeira extração de óleo de oliva proveniente de azeitonas brasileiras.
O evento contou com a participação de dezenas de pessoas entre técnicos, pesquisadores, produtores rurais e personalidades políticas, que na ocasião testemunharam o valoroso trabalho das sistemáticas pesquisas na olivicultura brasileira.
O protótipo de uma máquina de extração desenvolvido especificamente com o intuito de atender aos futuros produtores brasileiros, demonstrou com sucesso o processo de obtenção do ‘néctar ’ das azeitonas de Maria da Fé. As amostras extraídas, alem de agradar ao paladar dos participantes do evento, também passou no teste da resolução n. 270 da ANVISA a qual regulamenta a comercialização de óleo de oliva no Brasil. A análise apresentou valores absolutamente dentro da normalidade em todos os quesitos avaliados.
O dia técnico de trabalhos na EPAMIG abordou ainda práticas para a elaboração de azeitonas para mesa e considerações sobre o cultivo das oliveiras em escala comercial.O Brasil é o quinto maior consumidor mundial de produtos da oliveira Olea europaea. O sonho do azeite brasileiro pode abrir grandes possibilidades dentro deste mercado 100% dependente da importação. Assim como em Maria da Fé, a olivicultura começa a ganhar espaço no município de Poços de Caldas também no Sul de Minas, em Caçapava do Sul no Rio Grande do Sul, e em algumas áreas do semi árido. Salve a ciência e a tecnologia!
A cidade de Maria da Fé no sul do Estado de Minas Gerais, viveu momento histórico no último dia 29 de Fevereiro. Por iniciativa da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – EPAMIG- aconteceu ali, em caráter experimental, uma primeira extração de óleo de oliva proveniente de azeitonas brasileiras.
O evento contou com a participação de dezenas de pessoas entre técnicos, pesquisadores, produtores rurais e personalidades políticas, que na ocasião testemunharam o valoroso trabalho das sistemáticas pesquisas na olivicultura brasileira.
O protótipo de uma máquina de extração desenvolvido especificamente com o intuito de atender aos futuros produtores brasileiros, demonstrou com sucesso o processo de obtenção do ‘néctar ’ das azeitonas de Maria da Fé. As amostras extraídas, alem de agradar ao paladar dos participantes do evento, também passou no teste da resolução n. 270 da ANVISA a qual regulamenta a comercialização de óleo de oliva no Brasil. A análise apresentou valores absolutamente dentro da normalidade em todos os quesitos avaliados.
O dia técnico de trabalhos na EPAMIG abordou ainda práticas para a elaboração de azeitonas para mesa e considerações sobre o cultivo das oliveiras em escala comercial.O Brasil é o quinto maior consumidor mundial de produtos da oliveira Olea europaea. O sonho do azeite brasileiro pode abrir grandes possibilidades dentro deste mercado 100% dependente da importação. Assim como em Maria da Fé, a olivicultura começa a ganhar espaço no município de Poços de Caldas também no Sul de Minas, em Caçapava do Sul no Rio Grande do Sul, e em algumas áreas do semi árido. Salve a ciência e a tecnologia!
Assinar:
Postagens (Atom)